Liberdade - essa palavara que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda... (Cecília Meirelles)
Este é apenas um trecho do texto de Millôr Fernandes e Flavio Rangel escrito na década de 60 e que será apresentado na semana de tecnologia da FATEC - Guaratinguetá.
A peça teatral “Liberdade, Liberdade!” foi escrita por Millôr Fernandes e Flávio Rangel em 1965. Ela engloba grandes nomes do cenário musical da época e citações textuais de, por exemplo, Vinícius de Moraes, Sócrates, Anne Frank, Cecília Meirelles, Geraldo Vandré, Carlos Drummond de Andrade e Jesus Cristo.
Com mais de cinqüenta personagens, a peça foi um grande sucesso em sua estréia, tendo repercussão internacional, mas sofrendo certa discriminação no cenário nacional. Sendo considerado um show e não um teatro, o espetáculo foi proibido em algumas regiões do Brasil e não aceito pelas autoridades da época.
A apresentação teatral “Liberdade, Liberdade!” exprime as diversas formas que o ser humano pode se expressar, bem como o conceito da palavra “liberdade” de diferentes pontos de vista.
Todos os alunos que participam das reuniões e ensaios da peça, apesar de inúmeros trabalhos e matérias para estudar, estão motivados e dedicados ao espetáculo!
Agradecemos aos professores Marco Antonio e Luciana, à coordenação (Débora) e a toda Fatec!
Não é à toa, que os integrantes deste blog estão diretamente envolvidos neste trabalho!
É isso aí galera!
Perna pra quem tem....
E que quebremos as pernas!!!!!!!!!! hiuhaiuhiuahuiahuiahiua
domingo, 28 de setembro de 2008
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
2001 Odisséia no espaço PARTE2

Dando continuidade ao post sobre o filme 2001 odisséia no espaço gostaria de encerrar falando do tão enigmático e falado fim do filme.Antes de qualquer suposição sobre o mesmo digo que o melhor é que ele da margem para isso, acredito que cada um o enxerga de uma maneira com suas nuances próprias, totalmente rico em detalhes sendo que cada um deles tem o seu significado, seja o copo caindo,seja a decoração da cena, todos eles não estão ali ao acaso.
Não quero dizer exatamente o que acontece para não estragar a surpresa de quem ainda não o viu, mas digo que é uma forma de representação linda e até poética do que é evoluir!
By Blynk
Frase do dia: "Eu quero viver num mundo onde os sonhos são reais e a vida não!"
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Filosofia... (Parte 1)

Gostaria de escrever um pouco sobre uma das minhas grandes paixões, a Filosofia! Não sou filósofa, nem tenho um conhecimento profundo do tema, mas com o impulso incessante da ânsia do pensar, sempre busco conhecê-la melhor.
E postarei aqui fragmentos da filosofia e dos seus grandes pensadores.
" A vida sem reflexão não merece ser vivida". (Sócrates)
"Nada caracteriza melhor o homem do que o fato de pensar". (Aristóteles)
Em todos os tempos a Filosofia tem exercido um atrativo intenso sobre os homens. Mesmo numa era de ciência como a nossa, esse atrativo persiste.
Sentido etimológico: FILO (amigo) SOFIA (sabedoria). O sentido da junção das duas palavras seria o de que o filósofo não é um detentor de todo o saber, mas um seu aficionado, um pretendente à sabedoria.
Gênese do Pensamento filosófico: a Filosofia como disciplina mental é uma das mais antigas atividades humanas, antes dela temos a religião e a arte.
O homem, diferente dos demais animais, é dotado de razão, que o faz perceber o mundo de forma diferente e a filosofia vem satisfazer as exigências da razão, ela é a explicação do mundo, da vida, de todas as coisas, dando significado à coleção de todas as experiências humanas.
A Filosofia nada mais é do que a arte do pensar, a arte de analisar o mundo, as coisas, e dar-lhes explicações ou não. O pensar nos dignifica, nos forma, nos transforma, e ainda nos permite a dignidade de SER como diria o filósofo frânces Descartes "Penso, logo existo." Ela permite fitar os olhos do criador e os mistérios das coisas criadas.
Na próxima parte falarei sobre o nascimento do pensamento grego, chinês e indiano.
By Taty
domingo, 14 de setembro de 2008
2001 uma Odisséia no Espaço PARTE 1

O mais clássico dos clássicos, a obra-prima de um gênio, um marco na história do cinema, definições para este filme não faltam, um filme que influenciou o cinema e seus realizadores de uma forma irreversível.
Revisando-o recentemente pude perceber que a cada vez que o assisto mais me encanto com a sua magnitude. Um filme que consegue abordar questões que nos instigam desde que o homem é homem. De onde viemos? Como nos tornamos o que somos? São apenas algumas delas. Deixando de lado um pouco de lado a principio questões filosóficas e sociológicas e olhando pelo prisma técnico conseguimos nos surpreender ainda mais, Kubrick e Arthur C. Clark roteiristas do filme eram verdadeiros visionários conseguindo idealizar um futuro da perspectiva da década 60 e conseguiram realmente prever tecnologias que se tornaram viáveis no século 21 como o videofone por exemplo e vislumbrando um futuro onde viagens espaciais seriam comuns, lembrando que na época em que o filme foi feito o homem se quer havia chegado a lua. Inclusive o mais impressionante é como Kubrick conseguiu utilizar a tecnologia da época que na verdade eram técnicas artesanais, de uma forma inimaginável e o resultado foi tão impressionante que nos tempos de hoje com todos os avanços tecnológicos o filme não deixa nada a desejar para as produções atuais.
A cena inicial é de uma profundidade que nos envolve de tal forma que sentimos como se estivéssemos presentes naquele momento que desencadeia toda a história, essa cena inclusive nos mostra a primeira influencia do monólito na evolução do ser homem, e é a existência dele que é condutor das discussões, de acordo com as convicções de cada um ele pode significar algo divino “o dedo de Deus”, ou até mesmo uma influência de seres de uma inteligência superior. A transição dessa cena para o futuro é umas das cenas mais notáveis do cinema, o osso (e o que ele representa) é arremessado ao céu e se transforma em uma nave no espaço, a transição da musica também de Also Sprach Zarathust para Veludo azul mostrando o planeta terra como plano de fundo é extasiante. A musica também tem uma importância fundamental no decorrer do filme lembrando que grande parte do filme é feito por tomadas espaciais que com a comunhão da musica e a cena nos lembra números musicais de balé devido a perfeição dos movimentos.
Continua ...
By Blynk
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Filmes que marcam...(Parte I)
As Horas (The Hours)
Filme baseado no livro com o mesmo nome do escritor norte-americano Michael Cunningham, que retrata a história de três mulheres (entre elas a famosa escritora britânica Virgina Wolf) em épocas diferentes, mas com as mesmas aspirações e percepções. Este filme de tão belo torna-se impossível explicá-lo, ele não é para ser entendido, é para ser sentido.
Com trilha sonora e roteiro impecáveis, este filme é uma jornada ao mais profundo da alma feminina.
Atuações brilhantes de Julianne Moore, Meryl Streep e Nicole Kidman (Ganhadora do Oscar por esta atuação)
By taty
Poesias que marcam...(Parte I)

Fernando Pessoa
Caminho ao teu lado mudo
Caminho a teu lado mudo
Sentes-me, vês-me alheado ...
Sentes-me, vês-me alheado ...
Perguntas: Sim... Não ... Não sei...
Tenho saudades de tudo...
Até, porque está passado,
Até, porque está passado,
Do próprio mal que passei.
Sim, hoje é um dia feliz.
Sim, hoje é um dia feliz.
Será, não será, por certo
Num princípio não sei que
Há um sentido que me diz
Que isto — o céu longe e nós perto
É só a sombra do que é ...
E lembro-me em meia-amargura
E lembro-me em meia-amargura
Do passado, do distante, E tudo me é solidão ...
Que fui nessa morte escura? Quem sou neste morto instante?
Não perguntes ...
Tudo é vão.
(da obra Poesias Inéditas de Fernando Pessoa)
By Taty
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
A invenção do cinema

Bom para começar a falar de cinema nada como uma breve descrição de como ele foi criado.
Em 1888, William Kennedy Laurie Dickson, chefe engenheiro da Edison Laboratories, inventou uma tira de celulóide contendo uma sequência de imagens que seria a base para fotografia e projeção de imagens em movimento. Em 1891, Thomas Edison inventou o cinetógrafo e posteriormente o cinetoscópio. O último era uma caixa movida a eletricidade que continha a película inventada por Dickson mas com funções limitadas. O cinetoscópio não projetava o filme.Baseado na invenção de Edison, Auguste e Louis Lumière inventaram o cinematógrafo, e daí que vem o termo “cinema” que é uma abreviação de cinematógrafo, um aparelho portátil que consistia num aparelho três em um (máquina de filmar, de revelar e projectar). Em 1895, o pai dos irmãos Lumière, Antoine, organizou uma exibição pública paga de filmes no dia 28 de dezembro no Salão do Grand Café de Paris. A exposição foi um sucesso. Esta data, data da primeira projecção pública paga, é comumente conhecida como o nascimento do cinema mesmo que os irmãos Lumière não tenham reivindicado para si a invenção de tal feito. Porém as histórias americanas atribuem um maior peso ao americano Thomas Edison pela invenção do cinema. E por que sétima arte?
O termo sétima arte para designar o cinema foi dado por Ricciotto Canudo no Manifesto das Sete Artes, em 1911. Essa referência é apenas indicativa, cada uma das artes é caracterizada pelos elementos básicos que formatam sua linguagem e classificadas da seguinte forma:
1ª Arte - Música (som);
2ª Arte - Pintura (cor);
3ª Arte - Escultura (volume);
4ª Arte - Arquitetura (espaço e tempo);
5ª Arte - Literatura (palavra);
6ª Arte - Coreografia (movimento);
7ª Arte - Cinema (integra os elementos das artes anteriores).
E posteriormente aderiram o conceito de mais 2 artes.
8º Arte - Fotografia
9º Arte - Arte Seqüencial(quadrinhos)
By Blynk
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Completamente Maria Bethania
O que falar de Maria Bethania? Uma paixão!Ela consegue unir Teatro, Música e Poesia, com uma grandeza de palco, com magnetismo singular. Há quem diga que ela é " uma entidade quando sobe no palco". Eu concordo,ela traz a essência do SER, Bethania é! Quem já a viu recitando Fernando Pessoa, Vinicius de Moraes, Drummond, entre outros, percebeu o ápice da arte expressa em palavras, e quando canta essa arte torna-se indefinível....só quem a viu e ouviu é capaz de entender.
Postei um video do DVD Maricotinha lançado em 2003 pela Produtora Biscoito Fino. A música chama-se "Amor de Indio" de Beto Guedes e Ronaldo Bastos.
Postei um video do DVD Maricotinha lançado em 2003 pela Produtora Biscoito Fino. A música chama-se "Amor de Indio" de Beto Guedes e Ronaldo Bastos.
By Taty
Poesia de todas as formas
Sim, somos pensadores, mas mais do que isso, somos ávidos de sentimentos e emoções que só a arte pode nos proporcionar.
Pensamos, amamos, sentimos, SOMOS!
Três amigos, três histórias, três destinos que se encontraram em uma montanha, montanha do pensamento, montanha do silêncio que nos lança no vale da arte e da literatura.
Queremos compartilhar poesia de todas as formas, no cinema, na musica, no teatro e em sua forma primeira, a escrita.Começo com Fernando Pessoa, na pessoa de Alvares de Camposque traduz um pouco do que somos ou seremos:
"Vi todas as coisas, e maravilhei-me de tudo,
Mas tudo ou sobrou ou foi pouco – não sei qual – e eu sofri.
Vivi todos as emoções, todos os pensamentos, todos os gestos, e fiquei tão triste como se tivesse querido vivê-los e não conseguisse.
Amei e odiei como toda a gente, Mas para toda a gente isso foi normal e instintivo, E para mim foi sempre a exceção, o choque, a válvula, o espasmo.
Sentir tudo de todas as maneiras, Ter todas as opiniões,
Ser sincero contradizendo-se a cada minuto,
Desagradar a si-próprio pela plena liberdade de espírito,
E amar as coisas como Deus...."
Trechos do Poema "Passagem das Horas" (Alvares de Campos)
By Taty
Pensamos, amamos, sentimos, SOMOS!
Três amigos, três histórias, três destinos que se encontraram em uma montanha, montanha do pensamento, montanha do silêncio que nos lança no vale da arte e da literatura.
Queremos compartilhar poesia de todas as formas, no cinema, na musica, no teatro e em sua forma primeira, a escrita.Começo com Fernando Pessoa, na pessoa de Alvares de Camposque traduz um pouco do que somos ou seremos:
"Vi todas as coisas, e maravilhei-me de tudo,
Mas tudo ou sobrou ou foi pouco – não sei qual – e eu sofri.
Vivi todos as emoções, todos os pensamentos, todos os gestos, e fiquei tão triste como se tivesse querido vivê-los e não conseguisse.
Amei e odiei como toda a gente, Mas para toda a gente isso foi normal e instintivo, E para mim foi sempre a exceção, o choque, a válvula, o espasmo.
Sentir tudo de todas as maneiras, Ter todas as opiniões,
Ser sincero contradizendo-se a cada minuto,
Desagradar a si-próprio pela plena liberdade de espírito,
E amar as coisas como Deus...."
Trechos do Poema "Passagem das Horas" (Alvares de Campos)
By Taty
O Ínicio

A criação desse blog foi uma idéia coletiva de 3 amigos com a intenção de se criar um espaço para se discutir de forma democrática sobre a essência do ser humano, ou seja, a arte e suas maneiras mais peculiares de manifestação. Não somos intelectuais e nem temos essa pretensão, mas somos seres pensantes e acima de tudo contestadores e admiradores da arte. Estamos aqui para dar nossas opiniões, mas o principal objetivo é o de ouvir!
Eu vou falar um pouco sobre cinema que é uma coisa mágica capaz de despertar os mais diversos sentimentos em uma pessoa, a considero a forma mais significativa de manisfetação artistica pois consegue reunir artes plásticas, música, literatura, teatro, fotografia, etc em uma obra só.
By Blynk
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